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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Exposição de ilustração Os Milagres de Santa Teresa do Alto-Mar de Leonor Zamith na Muuda até 2 de Junho



Leonor Zamith, ilustradora freelancer desde 2006, inaugurou no MUUDA, no dia 30 de Abril, uma exposição de ilustração. A partir de uma pequena história de Alberto Lóio, Leonor Zamith ilustra, reduzindo a história ao seu essencial, despindo os seus personagens de adereços e cenários. Nesta exposição a ilustradora pinta pela primeira vez em acrílico.  

Patente até 2 de Junho a entrada é livre.

Mais informação em www.leonorzamith.com

domingo, 1 de maio de 2011

Exposição Acessórios de Moda dos Séculos XVIII a XX na Casa Tait até 31 de Maio



Está patente, na Casa Tait até 31 de Maio, a Exposição "Acessórios de Moda dos Séculos XVIII a XX", da Colecção Vitorino Ribeiro. 
Nesta mostra, estão expostos, na primeira sala, adereços de moda femininos como sapatos, bolsas em formato e material variado conforme a sua utilização durante o dia ou noite, jantares ou festas, bem como leques, adereços de cabelo (pentes e travessas), luvas, bengala com o cabo em forma de busto de senhora, jóias de fantasia, tais como alfinetes em marfim vasado, pulseiras em metal, conjunto de colar, brincos, alfinete em marfim e ainda roupa branca de senhora: touca, calças, espartilho e blusa de algodão bordado.
A moda masculina é destacada na segunda sala, com a apresentação de polainas, laço, cachimbo, boquilha, botões de punho, estojo para cartões, lunetas, conjunto de bengalas em cana, madeira, prata e metal, diversos chapéus: cartola, coco e barrete de estar em casa. Apresenta-se igualmente um fato do século XVIII, com casaca e calções, complementado com um chapéu "Tricórnio" e uma peruca.
A entrada é livre.
A exposição está aberta ao público, de segunda-feira a domingo, das 10h00 às 12h30, e das 14h00 às 17h30. 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Exposição Posters de Viagens de Rui Ricardo no Quintal Bioshop a partir de amanhã




Rui Ricardo é um ilustrador do Porto.
Os seus dotes no desenho revelaram-se desde muito novo e as suas primeiras publicações foram aos 15 anos.
O seu interesse e paixão pela ilustração e banda desenhada, fê-lo seguir uma carreira artística e, quando estava a concluir o seu curso de Designer Gráfico na Faculdade de Belas Artes do Porto, já tinha 4 livros de banda desenhada publicadas além de diversas participações em... revistas e fanzines locais e diversos prémios em concursos.
Um convite duma produtora televisiva levou-o ao mundo da animação e da criação de cenários digitais para “Major Alvega” que foi a primeira produção televisiva nacional nomeada para um Emmy.
Depois de oito anos a trabalhar neste campo para diversos programas televisivos e de participar em vídeos clip’s e anúncios comerciais resolveu dedicar-se exclusivamente à ilustração em regime de freelancer.
é representado pela Folio uma das maiores agências inglesas (criada em 1976)
A maior parte do seu trabalho é de ilustração editorial e tem colaboração publicada em diversos jornais e revistas pelo mundo fora: FHM, Men’s Fitness, The Times, The Telegraph, The Mail on Sunday, GQ, Popular Mehanics, Marketing Week, entre muitas outras.
Realizou também trabalhos para entidades tão diversas como a Unicef, Hasbro, Oxford University Press, Pearson, Usborne, Macmillan, Vodafone, FNAC, Samsung, Nathan, Defra (departamento do Reino Unido para o ambiente e assuntos rurais).
Quando não está a desenhar, gosta de passar tempo em casa com os seus cães, as suas plantas e os seus livros, e de viajar com a sua companheira. As ilustrações presentes na exposição são uma mostra do seu trabalho mais recente, e fruto dessas viagens.


Patente até 4 de Junho 
http://www.rui-ricardo.com/

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ciclo de cinema O Trabalho - Picar o ponto? porquê e para quem... na Livraria Gato Vadio de 28 de Abril a 22 de Maio


 (clicar na imagem)


http://gatovadiolivraria.blogspot.com/

Concerto de piano esta noite no Ateneu Comercial do Porto




Integrado no "Cilco de Concertos de Música do Ateneu/ 2011" vai realizar-se no Salão Nobre do Ateneu, pelas 21.30 horas do próximo dia 28 de Abril, mais um Concerto pelo pianista João Lima, que será apresentado pelo maestro António Victorino d'Almeida e Prof. Miguel Leite.

Este é o segundo concerto de apresentação/ lançamento no Porto do CD dedicado a Obras para Piano do Compositor Eurico Thomaz de Lima (1908-1989) e a Entrada é Livre.



NOTAS DO PROGRAMA


Neste trabalho discográfico, e devido à exígua quantidade de gravações em Cd da obra de Eurico Thomaz de Lima, optou-se por registar um diversificado conjunto de obras para piano, as quais permitirão ao público em geral ficar a conhecer a progressiva evolução do trabalho do compositor ao longo de cerca de quatro décadas de produtividade.
Na seriação da gravação respeitou-se tanto quanto possível a ordem cronológica das mesmas, ao mesmo tempo que se optou por as ordenar numa sequência lógica.
Assim, o disco inicia-se com quatro das suas primeiras composições para piano, todas elas marcadas por uma forte influência dos seus dois maiores mestres – Rey Colaço e Vianna da Motta. Talvez por essa mesma razão, podem classificar-se como obras ainda muito imbuídas pelo espírito de um romantismo tardio, apesar de nelas se revelar também um cunho pessoal e um toque de modernidade que com os anos se viria a intensificar na sua actividade criativa. Estudo, Prelúdio e Nocturno são composições de 1928 e a Fantasia – dedicada a Ângela Lapa (sua Esposa) é de 1932. Ao Nocturno é atribuído pelo Compositor o seu Op. 1, no que nos leva a concluir que ele o considerava como a primeira obra do seu catálogo, por si estreada nesse mesmo ano no Conservatório Nacional de Música de Lisboa.
Estas primeiras quatro composições são todas de carácter lírico, impregnadas do vigor da juventude, nas quais se pode vislumbrar o devaneio e as fantasias das suas primeiras paixões...
Seguem-se as quatro Danças Negras de 1935, 1940, 1943 e 1948, respectivamente; composições em que se pode encontrar claramente a vivacidade dos ritmos africanos e afro-brasileiros, com a mestria técnica e pianística e o brilhantismo da maturidade de um grande Pianista/Compositor, mormente na Dança Negra Nº 3, da qual há registos e memória do entusiasmo delirante que provocava nas plateias quando o compositor a tocava. A Dança Negra Nº 4 (da qual existe também uma 2ª Versão para Orquestra) foi composta na Quinta de Vilar em Famalicão e tem como dedicatário um grande amigo do compositor – o Eng.º Agrónomo Veloso de Araújo, autor e principal responsável pela configuração dos jardins da Arca de Água no Porto.
De 1945 é uma das obras mais marcantes deste Cd: “Buchenwald – Protesto Musical”, cujos enquadramentos histórico e data de estreia já aqui foram referidos. Trata-se de certa forma de “Música Programática”, porquanto não é difícil ao ouvinte imaginar durante a sua audição a descrição das atrocidades perpetradas neste Campo de Concentração, ou a angústia vivida por qualquer dos prisioneiros ao caminharem numa fila que os levaria inexoravelmente à Morte nas Câmaras de Gás... (Podem ver-se na folha de rosto do manuscrito da partitura as palavras impressivas escritas pelo punho do compositor: Dor... Metralhadoras... Morte...).
Nas 2 Suites Portuguesas, é notória a dedicação que Eurico Thomaz de Lima votou ao folclore português e aos temas de carácter tradicional (o que também se verifica nas dezenas de harmonizações de temas populares que produziu), com tratamento virtuosístico, tal como também já tinha feito o seu Mestre Vianna da Motta também quando compôs as suas Cenas Portuguesas e as Rapsódias Portuguesas.
Vira, Coral Alentejano e Fandango, são as três partes que constituem a 1ª Suite de 1947, cuja versão aqui registada corresponde à 2ª Versão revista pelo Compositor na Maia em 1971.
A 2ª Suite, de 1954 é constituída por Prelúdio, Burlesca e Fandango e é dedicada ao seu único filho Adolfo Lapa Thomaz de Lima.
A última obra do Cd é uma Barcarola, porventura a mais bela composição de Eurico Thomaz de Limam para Piano.
Com efeito, tal como aconteceu com Chopin, Offenbach, Vianna da Motta e muitos outros compositores, também Thomaz de Lima não ficou indiferente ao ritmo ondulante desta antiga canção dos gondoleiros venezianos, escrevendo uma das suas mais comoventes melodias, uma vez mais dedicada à sua Esposa Ângela Lapa no ano de 1933.
O trabalho de divulgação da obra deste compositor não se esgota de maneira nenhuma neste trabalho discográfico, porquanto para além das obras que figuram neste Cd, Eurico Thomaz de Lima compôs 4 Sonatas para Piano; a Suite Algarve em 8 Quadros; Fantasia à Memória de Chopin; Toccata para 2 Pianos; Fantasia para Piano e Orquestra “Depois de uma Leitura de Camilo” em 3 Andamentos; Suite para Violoncelo e Piano; Suite Portuguesa para Flauta e Piano; Numerosas Peças de Piano para a Infância (entre elas o “Gradual” adoptado pelo Programa Oficial dos Conservatórios desde 1973); 2 Sonatinas (a 2ª das quais já gravada pelo Pianista Luís Pipa, bem como a “Canção Sem Palavras”); Suite “Férias na Madeira” em 6 Quadros; Obras para Canto e Piano, Música Coral, Dezenas de Harmonizações e Adaptações, entre outras.

Inauguração da Trincamundo no próximo sábado

A Trincamundo vai inaugurar formalmente o seu espaço.
Vai ser um dia repleto de actividades:

10:00-13:00 Workshop de Cake Design
16:30-17h30 tarde de contos para pais e filhos com Thomas Bakk o "Senhor dos Cordéis".
19:00 lançamento do Livro "Anda Cá Que Eu Já Te Conto"
20:00 Porto de Honra

"O Senhor dos Cordéis"
Uma viagem sem fronteiras pelo imaginário.
Um viajante traz na mala muitas histórias para contar, dos lugares por onde andou, das personagens que encontrou e de tudo que se passou, numa fantástica aventura no tempo!
Uma sessão de contos inéditos e tradicionais, da autoria e adaptação de Thomas Bakk.
As histórias são contadas pelo próprio autor que interpreta várias personagens, utilizando o Teatro, a Música e a interacção com o público, numa sessão surpreendente e divertida dirigida ao público de todas as idades.



Alta Baixa no próximo sábado no Maus Hábitos/ Passos Manuel/ Pitch



Passos Manuel

23h Torto (Live)

Dinis (Is out of fashion so is fashion) (Dj Set)



Maus Hábitos

00h Trio de Música Tradicional Turca (Live) + Venda Kebabs

01h Zelig (Live)

Just Honey Dj Set



Pitch

02h Slimmy - a very Slimmy tour (Live)

Kitten (Dj Set)

Sub0
Centeno + Pedro Santos
Ódio-ao-Visual
Vj Set



Dj's em trânsito

Electrodoomestic
Cláudia Correia

Exposição de Daniel Barroca na Galeria Fernando Santos de 30 de Abril a 28 de Maio



http://www.galeriafernandosantos.com/

Exposição O Exercício do Desenho na Colecção FBAUP até 29 de Maio no Museu Nacional Soares dos Reis

Mário Cesariny por António Domingos no sábado n'A Cadeira de Van Gogh



21h30

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Exposição Feeble Features de Inês Ferreira na Pensão Favorita a partir de 30 de Abril



Sobre a exposição
"the fungus fungi featherish bottled among flasks, cock and coffee eerie tasks."

Inês Ferreira
(1985, Porto)
Concluiu o curso de Design de Comunicação da FBAUP em 2008. Desde então, desenvolve trabalho nas áreas de design, ilustração e animação.
Actualmente reside em Berlim e trabalha no estúdio de cinema de animação Talking Animals. 

inauguração - 17h

Tertúlia Food, Flavour, Fashion amanhã no Palácio das Artes

Debate O Artigo 7º é para cumprir! no próximo sábado no Clube Literário do Porto



com a participação de José Goulão e de Miguel Urbano Rodrigues
18h

Artigo 7.º
Relações internacionais
1. Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

2. Portugal preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos.

3. Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão.

4. Portugal mantém laços privilegiados de amizade e cooperação com os países de língua portuguesa.

5. Portugal empenha-se no reforço da identidade europeia e no fortalecimento da acção dos Estados europeus a favor da democracia, da paz, do progresso económico e da justiça nas relações entre os povos.

6. Portugal pode, em condições de reciprocidade, com respeito pelos princípios fundamentais do Estado de direito democrático e pelo princípio da subsidiariedade e tendo em vista a realização da coesão económica, social e territorial, de um espaço de liberdade, segurança e justiça e a definição e execução de uma política externa, de segurança e de defesa comuns, convencionar o exercício, em comum, em cooperação ou pelas instituições da União, dos poderes necessários à construção e aprofundamento da união europeia.

7. Portugal pode, tendo em vista a realização de uma justiça internacional que promova o respeito pelos direitos da pessoa humana e dos povos, aceitar a jurisdição do Tribunal Penal Internacional, nas condições de complementaridade e demais termos estabelecidos no Estatuto de Roma.

(Constituição da República Portuguesa)

Exposição A Má Zona de Tamara Alves e Vanessa Teodoro na Ó! Galeria de 30 de Abril a 28 de Maio



Quantas mais melhor e a união faz a força. No entanto, há sempre algo no ar quando estão juntas. Na pré-história eram sagradas, no período medieval personagens decorativas. Agora, ouve-se o grito da "AMAZONA" que deixou " A MÁ ZONA" para trás e assume o mundo como seu. Com demasiados sentimentos reprimidos, muitas coisas ficaram por provar. Basta da boazinha, "A MÁZONA" vem aí.

Sónia Pinto Jazz 4tet esta noite no Tribeca



Voz Sónia Pinto
Piano Pedro Neves
Contrabaixo Miguel Angelo
Bateria Leandro Leonet

22h30

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Aurora - Ciclo de teatro fórum2011 no Rivoli no próximo sábado



Nasce o dia, janelas que se abrem e mulheres que espreitam para deixar entrar a luz nas casas e nos corpos. Estas janelas, despojos de um Bairro em re-construção que procura também outras oportunidades ligando-se à cidade através de um autocarro que transporta medos, expectativas, esperanças, resignações …
Aurora, uma mulher que amanhece, que acredita que os seus dias podem ter outras cores, como a roupa que estende ao sol.
“Vais escrever que és do Bairro?!” “Se calhar é por isso que nunca te chamam …”
Será que a marca da sua identidade, da sua morada, é mais forte do que a vontade de querer ser simplesmente ela própria? 

21h30
Entrada livre

3ª Edição da 110 Coisas - Feira de Artes Tradicionais e Contemporâneas no próximo sábado



Doces tradicionais, peças em crochet, joalharia, pregadeiras, compotas e bolachinhas, peças em barro, t-shirts pintadas à mão, carteiras em couro, bonecas de pano, trabalhos em trapilho, scrapbooking, velas, artes decorativas, sabonetes artesanais e muito mais.

14h-19h

Exposição de pintura de Victor Costa na Árvore de 29 de Abril a 25 de Maio




[…] Dir-se-ia que, de 2008 para cá, o anterior universo pictural de Victor Costa, um rio de fluidos e de sinais, foi invadido por estruturas aparentemente mais rígidas que ao mesmo tempo organizam e entram em confronto com esse universo anterior. […]
[…] Podemos perguntar: onde se suspendem estas formas? Onde assentam as outras? Para que espaços abrem? A resposta será sempre a mesma já que essas formas não têm qualquer base, parede, chão, ou terra firme mas existem, sempre e contraditoriamente, nesse contínuo fluir, nesse antigo rio da pintura.
Entre a forma e o informe há dois tipos de espaço que se defrontam e se sucedem também, criando, quadro a quadro, uma tensão onde o espaço da pintura e o tempo da sua transformação convivem, colidem e mutuamente se transformam criando objectos singularmente tensos. [...]
Excerto de texto de José Luís Porfírio


[...] Surpreendentemente, esta série aproxima-se de trabalhos mais antigos de Victor Costa, onde o artista trabalhava por sobreposição de camadas transparentes de cor para destacar e ocultar figuras e formas de invocação primordial. Havia nesses quadros um movimento de formas e um vórtice de cores que se complementavam e declinavam, o que me levou então, num texto para uma exposição no Lugar do Desenho, em Gondomar, a falar de um travelling cinematográfico. As dimensões sugeriam os grandes planos, e se o travelling não era feito por uma câmara mas pelo espectador dentro da sala de exposições, a ideia de movimento permanecia como essencial para a compreensão da totalidade do conjunto.
A pintura efectua com frequência este tipo de retornos, voltando uma e outra vez às interrogações essenciais que estão na sua origem [...]
Excerto de texto de Luísa Soares de Oliveira


VICTOR COSTA nasceu em Guimarães, em 1944.
Curso de Pintura na Escola de Belas-Artes do Porto, 1977. Recebeu o Prémio Fundação Eng. António de Almeida no mesmo ano. Desde então o seu trabalho tem sido visto em exposições individuais e colectivas.
Fez sete exposições individuais na Módulo – Centro Difusor de Arte em Lisboa, Porto e Guimarães.
A sua participação em exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro ao longo dos últimos anos tem sido extensa e regular, nomeadamente em Espanha, Suíça, Estados Unidos da América, Alemanha, Luxemburgo, Inglaterra, Brasil, Macau e Índia.
Foi professor na Faculdade de Belas-Artes do Porto.

Shelby Blues Band no Tribeca na sexta-feira



No seguimento da apresentação da sua música ao mais diverso público, apresentam-se no palco do Tribeca Bar os Shelby Blues Band.
Orgulhosos por terem a oportunidade de actuar numa casa tão distinta, e perante um público tão exigente, prometem não deixar ninguém indiferente, reunindo argumentos mais que suficientes para um ambiente festivo e cheio de musicalidade.

23h
Shelby Blues Band

Exposição Roupas de Cena patente de 30 de Abril a 20 de Maio no Mosteiro de S. Bento da Vitória



«Em 2000, estreou-se como figurinista. Desde então, discretamente, Bernardo Monteiro vem afirmando um percurso e uma personalidade artística que conjugam o rigor dramatúrgico e a imaginação plástica, uma invulgar capacidade de ajustamento estilístico a cada projecto e uma criatividade lúdica na conjugação de formas, cores, materiais. Com Roupas de Cena, o fotógrafo e realizador João Tuna efectua um exercício de interpretação desse luxuriante acervo de figurinos que, a partir de 2004, Bernardo Monteiro foi criando para produções próprias do TNSJ – dos paródicos trajes de UBUs (2005), evocadores de um folclore português, aos figurinos eróticos e “melodramáticos” desenhados para O Mercador de Veneza (2009), passando pelos vestidos lúbricos de Anfitrião ou Júpiter e Alcmena (2004) ou pelos trajes macerados de Antígona (2010), reminiscentes de um qualquer magma primordial. Mais do que um programa documental, a instalação montada numa sala do Mosteiro de São Bento da Vitória promove uma fetichização do arquivo de Bernardo Monteiro – a desmultiplicação dos olhares sobre a cena. Por isso, à exposição de figurinos associam-se projecções vídeo e fotografias que exibem a sua inscrição cénica, revelam pormenores frequentemente inapreensíveis e nos devolvem os instantes em que a cena infundiu vida às roupas.»
Texto by: www.tnsj.pt

instalação: João Tuna
sobre figurinos de: Bernardo Monteiro
produção: TNSJ

ENTRADA GRATUITA
de quarta a domingo das 14h às 20