Mostrar mensagens com a etiqueta Dança. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dança. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Corpo Evento - XIII Ciclo de Espectáculos de Teatro e Dança até 30 de Junho




De 18 a 30 de Junho de 2011, o pequeno auditório do Rivoli - Teatro Municipal, a Casa Museu Guerra Junqueiro e Praça D. João I acolhem nove grupos provenientes dos ateliês do Espaço t: “Aceno de Acenar”, “Teatro em Movimento”, “Teatro a Metro”, “Flor de Lótus”, “Grupo V”, “Grupo de Expressão Corporal Espaço t – Corpos Con(sentidos)”, “Grupo de Teatro Terapêutico Espaço t”, “Grupo de Canto - Rouxinóis em Fuga” e “Ateliê de Estúdio Vocal”; e os três grupos convidados “Grupo de Teatro do Estabelecimento Prisional Paços de Ferreira”, “Psiquê - Grupo de Teatro do Hospital Magalhães Lemos” e “Grupo de Teatro da Associação de familiares, utentes e amigos do Hospital Magalhães Lemos”.
 
Programação completa:

Uno no Grande Auditório do Rivoli este sábado




Distante do mundo, ele vive na solidão, ansiando pela integração, por fazer parte de algo maior.
Quando a conhece, ela inicia-o num mundo novo, de conhecimento, partilha e união, com o qual ele de imediato se identifica, encetando uma caminhada que o levará ao encontro de si mesmo.
Através da arte do movimento, da música e do canto, ele descobre uma realidade diferente, uma forma de se unir ao próprio Universo, tornando-se UNO com o Todo.


Sob a direcção artística de Laura Ferro, a AdiMove Company faz o seu lançamento em Portugal, reunindo executantes do Método DeRose numa original composição coreográfica e musical.

A Companhia foi fundada no Brasil em 2003. O projecto teve a sua génese na cidade de Curitiba, Brasil, e apresentou-se noutras cidades, bem como no estrangeiro.

Em 2010 a Companhia ampliou a sua estrutura, criando um novo centro de treinos na cidade do Porto, com demonstradores portugueses. A Ordem do Mérito das Índias Orientais e o DeRose Culture apoiaram esta iniciativa, bem como as novas produções do projecto.
 
A AdiMove Company conta com uma trilha sonora original criada pela banda Metamelodia Intrínseca, representada pelo músico e compositor Pedro Andrade. Conta também com a participação da banda Sankalpa, que integra o corpo de músicos, e que leva para o palco o seu repertório já conhecido internacionalmente, numa intrincada concepção artística. Juntos, inovam o conceito, reformulando a beleza do movimento e da música numa experiência sonora e visual sui generis.
Este repertório musical valoriza a cultura ancestral da Índia e revela uma das mais belas e poderosas ferramentas de auto-desenvolvimento, as vocalizações de sons e ultrassons. No palco, voz, guitarra, percussão e saxofone interpretam um som vibrante, numa harmoniosa combinação de estilos, tons e ritmos.

A técnica milenar utilizada para a criação das coreografias revela-se notável em flexibilidade e intensa em força muscular; movimentos sinuosos que primam pela excelência e que transmitem encanto e elegância.
Com efeito, uma das mais importantes características do Método DeRose é o resgate do conceito primitivo de práticas em sequência coreográfica, anteriores ao costume da repetição. Este conceito de execução remonta ao período Neolítico, em que o Homem não tinha religiões institucionalizadas e venerava as forças da Natureza, como o Sol. Essas técnicas antigas e naturais, livres da rigidez imposta pela repetição, eram ligadas entre si por encadeamentos espontâneos. O resultado final é uma manifestação de rara beleza plástica, aliada aos conceitos de força, poder e energia, em que corpo e mente fluem harmoniosamente como um só.



Única apresentação - 25 de Junho de 2011 - 21h30 - Rivoli Teatro Municipal –  Porto
Bilhetes à venda nas Escolas do Método DeRose, no Rivoli Teatro Municipal e na Fnac
Reservas: Tlf. 226 003 212

terça-feira, 7 de junho de 2011

CNB apresenta Uma Coisa Assim no Coliseu do Porto esta quinta-feira



A CNB inicia a sua digressão nacional no Coliseu do Porto, com a apresentação da obra "Uma coisa em forma de assim", resultante da colaboração entre nove dos mais representativos coreógrafos portugueses. Bernardo Sassetti assina não só a composição como a interpretação musical ao vivo (piano).

21h30

terça-feira, 17 de maio de 2011

Performance/Dança Desejos Fora de Prazo no Café au Lait na sexta-feira




DESEJOS FORA DE PRAZO teve a sua primeira apresentação em 2010 no Porto. Trata-se de uma performance baseada em desejos escritos e recolhidos por clientes do bar Pinguim Café. Dos cerca de 200 desejos, 6 foram seleccionados e trabalhados num contexto performativo transformando-se em objectos artísticos e de entretenimento com o intuito de envolver o público num momento lúdico e apelando à sua participação.
Os desejos são tirados ao acaso pelo público, sendo logo à partida criada uma interacção e cumplicidade com este, que acaba por condicionar a ordem de apresentação e a dinâmica da performance.

22h30

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Les Corbeaux no Teatro Nacional São João na quarta-feira



Na sua forma inicial, Les Corbeaux estreou-se em 2008, no âmbito de um festival de jazz, em Paris. Durante os dois anos seguintes, foi ganhando corpo – sem todavia perder leveza, agilidade. Neste espectáculo que traz não apenas a dança e a música ao Teatro do Mundo, mas também a pintura, o coreógrafo Josef Nadj e o saxofonista Akosh Szelevényi aprofundam a experiência realizada em Entracte (2008), criação em que os dois artistas de origem húngara estabeleceram uma relação estreita entre a coreografia e a música interpretada ao vivo, levando-as a um ponto de perfeito equilíbrio e tornando indiscernível o peso relativo de cada uma na génese do projecto. Les Corbeaux é um animal performativo da mesma espécie – aquela em que a improvisação (com tudo o que possui de único e instantâneo, de imprevisível e irrepetível) se revela factor preponderante. Como o título indicia, a peça nasce da paciente observação dos corvos, especialmente do instante fugaz em que pousam e se opera a transição entre o voo e a marcha. No diálogo dança/música, um terceiro interlocutor intervém, reagindo livremente e fazendo falar a sua voz silenciosa: uma pintura negra, brilhante, fluida, que imprime o rasto dinâmico dessas aves – para nós, encarnação de maus presságios (lembremos O Corvo, de Edgar Allan Poe), símbolo de sabedoria para os húngaros.

um espectáculo de Josef Nadj e Akosh S.
coreografia Josef Nadj
direcção musical Akosh Szelevényi
desenho de luz Rémi Nicolas
cenografia e adereços Clément Dirat, Julien Fleureau, Alexandre De Monte
...desenho de som Jean-Philippe Dupont
interpretação Josef Nadj, Akosh S. (saxofone e outros instrumentos)
produção Centre Chorégraphique National d’Orléans
co-produção Théâtre Forum Meyrin
duração aproximada 1:00
classificação etária Para todos 

21h30

terça-feira, 3 de maio de 2011

13ª edição do Festival da Fábrica de 5 a 14 de Maio no Teatro Helena Sá e Costa e Balleteatro Auditório



05 Maio

Balleteatro Auditório
Laboratório de Performance: o corpo como meio (ainda)* - Vera Mota – PT - 19:30

Teatro Helena Sá e Costa
Espectáculo Duplo - 21:30
Inverno de 2011 - Flávio Rodrigues - PT
IN A REAR ROOM – um tributo - Andresa Soares/Ricardo Jacinto - PT

06 Maio

Teatro Helena Sá e Costa
Espectáculo Duplo 2 - 21:30

07 Maio

Teatro Helena Sá e Costa
Espectáculo Duplo 3 - 21:30
Open Season - Mezzanine
City - BLOOM! - HU/ES/UK/IT

12 Maio

Balleteatro Auditório
Espectáculo Triplo - 21:30
Free Sheet - Né Barros e Alexandre Soares - PT
7th Solo - Michele Rizzo - IT
Como Superar o Grande Cansaço? - Eduardo Fukushima - BR

14 Maio

Balleteatro Auditório
Piranha - Wagner Schwartz - BR - 21:30

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bamboo Blues - coreografia de Pina Bausch no Teatro Nacional São João na sexta-feira



uma peça de Pina Bausch
direcção e coreografia Pina Bausch
cenografia e vídeo Peter Pabst
figurinos Marion Cito
colaboração musical Matthias Burkert, Andreas Eisenschneider
assistência de direcção Marion Cito, Daphnis Kokkinos, Robert Sturm
com Ruth Amarante, Pablo Aran Gimeno, Rainer Behr, Damiano Ottavio Bigi, Clémentine Deluy, Nayoung Kim, Eddie Martinez, Thusnelda Mercy, Cristiana Morganti, Jorge Puerta Armenta, Franko Schmidt, Azusa Seyama, Shantala Shivalingappa, Fernando Suels Mendoza, Kenji Takagi, Anna Wehsarg
música Trilok Gurtu & Arke String Quartet, Suphala, Sunil Ganguly, U. Srinivas & Michael Brook, Talvin Singh, James Asher and Sivamani, Bombay Dub Orchestra, Anoushka Shankar, Amon Tobin, Alice Coltrane, Bill Laswell, Talk Talk, Michael Gordon, Lisa Bassenge, Emmanuel Santarromana, Lutz Glandien, 4hero, Jun Miyake, Solveig Slettahjell, Slowhill, Djivan Gasparyan
co-produção Tanztheater Wuppertal Pina Bausch, Goethe Institutes in India
duração aproximada 2:20 com intervalo
classificação etária Para todos


É uma certa Índia, uma possibilidade de Índia. Porque não é possível definir tamanho país, nas suas brutais diferenças e contradições, o Tanztheater Wuppertal focou-se nas sensações e impressões colhidas em residências artísticas em Calcutá e Kerala – odores, cores, sabores – para traçar o retrato pessoal de uma cultura sobre a qual “sabemos tão pouco”. Depois das peças “topográficas” sobre Palermo, Lisboa, Istambul ou Tóquio, e antes da derradeira produção em Santiago do Chile, em 2009, Pina Bausch deixou uma síntese da Índia contemporânea e das tradições ancestrais, como a mitologia ou a dança clássica indiana. Shantala Shivalingappa destaca-se, com os seus solos, do conjunto de 16 bailarinos, que dão corpo a uma coreografia vibrante, de intensa fisicalidade, com velozes movimentos de pés. Com um fino humor (em que múltiplas ventoinhas convivem com simulações de elefantes), uma disposição optimista (apesar dos conflitos e do absurdo) e a comicidade e inspiração de elementos locais (como os panejamentos ou os bambus), Bamboo Blues convoca Talvin Singh e a Bombay Dub Orchestra com o mesmo à-vontade com que introduz uma foto de um casal de estrelas de Bollywood. A nota dominante, porém, é melancólica, como o próprio título sugere. Nostalgíndia?

21h30

sexta-feira, 15 de abril de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Ciclo de Projecções de Dança no auditório do Agrupamento Musical de Miragaia nos dias 3 e 4 de Abril



Né Barros
Os filmes seleccionados para este breve ciclo devem ser entendidos como uma hipótese perante a dança e a sua abordagem através do cinema ou do vídeo, e ainda, como um olhar múltiplo sobre essa relação. Quando a dança é captada e tratada pela técnica cinemática é literalmente transformada em Imagem. Nesta transmutação da dança em imagem povoada de corpos, muitos territórios de exploração se abrem, assim como, novos cri...térios de discussão se requerem. Projecções de dança funcionam duplamente como projecção efectiva de imagem e como evocação de novas formas dançantes. Ao longo das sessões serão apresentados filmes que se enquadram naquilo que comummente se chama de vídeo-dança, filmes que se expõem numa missão de “filmar a dança” e filmes documentários em que se pode simplesmente assistir a conversas sobre a dança.
Na primeira secção, vídeo-dança, serão apresentados três filmes que partem de princípios diversos para recriarem um novo objecto, mas que em todos se poderia também aplicar a categoria de vídeo-arte. “Story Case” de Filipe Martins, parte de um espectáculo homónimo para reinventar os vazios, os silêncios e os fragmentos das acções dos corpos e, assim, evocar um novo deserto, uma nova ficção sobre os lugares vazios e os caminhos solitários. Em “Tralala” a autora, Magali Charrier, constrói uma dança para a câmara onde os efeitos seleccionados são entendidos como princípios de construção coreográfica, onde, também aqui, a montagem serve a recriação de um universo ficcional possível apenas no reino da imagem filmada. Em “Mergulho” de Pedro Sena Nunes, assistimos ao mergulho literal de corpos e, nesse acto, o autor explora os potenciais expressivos do desenho e do fluir que apenas corpos submersos podem ter e é neste fruir que se reinventa uma possível dança.
Na secção Filmar a Dança, foram escolhidos dois filmes que com alguma subtileza permitem a fruição do espectáculo, mas, agora, em suporte cinematográfico. Olivier Assayas filma o espectáculo “Eldorado”do coreógrafo Angelin Preljocaj e o diálogo que se irá assistir entre Karlheinz Stockhausen e o próprio Preljocaj. “L’Aprés-midi d’un faune” é o outro filme dirigido por Dominique Brun e que por ser o próprio responsável pela reconstrução coreográfica do espectáculo, originalmente criado por Vaslav Nijinski para o texto de Mallarmé e a música de Debussy, o resultado final é, podemos dizer, bastante isento de posições que normalmente caracterizam um autor, no caso, um realizador propriamente dito. No contexto desta reconstrução, irá ser apresentado ainda uma conversa com Jacques Rancière que nos proporcionará um
bom momento de reflexão sobre o poema de Mallarmé que dará origem ao bailado”L’Aprés-midi d’un faune”.
A escolha das entrevistas com Stockhausen e com Rancière resultaram do facto de podermos partilhar dois momentos empolgantes por personalidades brilhantes que nos devolvem o prazer da dança, o prazer da criação que tantas vezes nos falham…
Não existindo qualquer pretensão de abrangência às questões colocadas, as sessões programadas apontam no entanto para exemplos que, para além de animarem essas mesmas questões, fazem claramente um elogio ao corpo dançante vigoroso, potente, dinâmico e poeta. Não são incluídas todas as formas de dança, impossível missão essa, mas são extractos de uma enorme matéria que é: a dança cheia de sentido e ao mesmo tempo perdida no seu sentido.

Ciclo de Cinema: Projecções de Dança
Programação: Né Barros
Design: Bárbara Veiga
Tradução de Conteúdos: Teresa Coutinho
Legendas: Pierre Jézéquel
Local: Auditório do Grupo Musical de Miragaia
Horários: domingo/17h e segunda/21h30

Apoios: Balleteatro, Grupo Musical de Miragaia
Bilheteira: 1€ (geral)
Inf + Reservas: confederacao.nit@gmail.com 966402012

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Programação de Março do Coliseu do Porto


05.03.2011

11.00 h Gormiti


05.03.2011 

15.00 h Gormiti


06.03.2011 
21.00 h Gogol Bordello Música


09.03.2011
21.30 h Orquesta Buena Vista Social Club® feat. Omara Portuondo Música


13.03.2011 
11.30 h Concertos Promenade - Sheherazade de Rimsky Korsakov 


14.03.2011 
21.00 h Katie Melua


19.03.2011
21.30 h The Voca People

20.03.2011 
16.00 h The Voca People


26.03.2011
21.30 h Dom Quixote - Royal Czech Ballet

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Esquiva Companhia de Dança apresenta Bórgia no Hard Club dia 4



Uma mulher como Lucrécia Bórgia chocou e provocou mentalidades, alimentando mitos e sonhos até aos nossos dias. Continua a ser uma referência sempre que se quer evidenciar alguém ligado ao poder, a uma beleza pura e a uma alma desleal. Em Bórgia salienta-se o poder, a disputa entre duas intérpretes que representam duas faces de uma mesma mulher.

Mariana Amorim direcção artística
Cláudia Eiras e Mariana Amorim criação e interpretação
Gonçalo Rêgo sonoplastia
Ricardo Alves desenho de luz
Apoio: Obliviom

10,00 EUR / 7,50 EUR (maiores 65, estudantes, profissionais do espectáculo)

Sala 2
22h

domingo, 30 de janeiro de 2011

As Lágrimas de Saladino de Rui Horta no Teatro Nacional São João a 5 e 6 de Fevereiro



Bailarinos de sete nacionalidades convivem com uma miríade de músicos e de músicas, para em conjunto produzirem uma amálgama de sons e sentidos, sinalizando assim este território sem fronteiras levantado em palco. Rui Horta roubou o título desta sua criação (As Lágrimas de Saladino) ao 10.º capítulo de As Cruzadas Vistas pelos Árabes, de Amin Maalouf. Quando entrou em Jerusalém no ano de 1187, após 91 anos de sangrenta ocupação pelos combatentes cristãos do Ocidente, Saladino deu ordens aos seus soldados para evitar a pilhagem e o massacre. Quando a religião volta a ser o ponto de todas as discórdias, o coreógrafo parte deste “acto de compaixão” para nos propor uma reflexão sobre a construção da incógnita, lugar de permanente tensão mas de incomensurável poesia.

direcção, espaço cénico, desenho de luz Rui Horta  
coreografia Rui Horta, em conjunto com todos os intérpretes 
  textos Rui Horta, Tiago Rodrigues  
música original e direcção musical João Lucas  
interpretação Gilles Baron, Katarzyna Sitarz, Marcus Baldemar, Milán Újvári, Noemí Viana Garcia, Silvia Bertoncelli, Vít Barták  
músicos Anthony Wheeldon (guitarra e electrónica), DJ Ride (turntable e electrónica), Marco Santos (percussão e electrónica), Paulo Temeroso (sopros e electrónica); banda filarmónica Banda da Sociedade Carlista (Montemor-o-Novo)  
co-produção Centro Cultural de Belém, O Espaço do Tempo, Centro Cultural Vila Flor, TEMPO – Teatro Municipal de Portimão, Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, TNSJ  
duração aproximada 1:30  
classificação etária M/12 anos 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Porto Tango Tour esta noite no Maus Hábitos

21h30 - 02h00 - Maus Hábitos: Milonga Maus Hábitos de Salão
2 Pistas, 2 Djs: Gato Milongueiro e Fernando Leal
Concerto 3 Marias com participação de Sérgio Castro (Trabalhadores do Comércio)
Exibição Bailarinos: Fernando Jorge e Alexandra Baldaque
Presença Silueta Porteña, Una Mirada e MiTango Shoes

Programa completo aqui